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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Pão-de-ló de Alfeizeirão

Alguém já provou aquele pão-de-ló que não está bem cozido por dentro? 


Fonte: Pinterest


Hoje dou-vos a receita!

Ingredientes:
  • 100g de açúcar;
  • 6 gemas;
  • 2 ovos inteiros;
  • 50g de farinha.


Bater os dois ovos inteiros com o açúcar durante 15 minutos. De seguida, juntar as gemas já desfeitas. Peneirar a farinha e envolver com a colher de pau.

No fim, levar ao forno a 200º durante 7 minutos.


Fonte: Pinterest


Quem já provou? Conhecem outras receitas que queiram partilhar?

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Mais uma ideia de um pequeno-almoço saudável!

Já bem bastam as asneiras desta época, não acham?
Hoje mostro-vos mais uma hipótese de um pequeno-almoço saudável...

Fotografia: Rodrigo Franco Neves

Ingredientes:
  • 2 iogurtes gregos magros;
  • 3 colheres de sopa de Muesli;
  • Frutos vermelhos;
  • 1 colher de chá de mel;
  • 1 colher de chá de manteiga de amendoim natural caseira.

O que sugerem para o pequeno-almoço?



domingo, 20 de dezembro de 2015

Reflexão... Cuidamos todos de alguém?


Estive a ver o filme O Meu Nome é Alice (carregar no nome para ver o trailer) e...gostei muito. Tocou-me pela simplicidade como a doença de Alzheimer é encarada num seio familiar e pela forma como todos os membros de uma família se mobilizam e se disponibilizam para cuidar de alguém. 
É bom imaginar que há pessoas assim. Não que não existam, porque quero acreditar que as há, mas porque vivemos tempos em que a nossa sociedade vive profundamente marcada por raízes consumistas e materialistas. Vive-se da imagem e de um consumo extremo em prole de valores cruciais como a família e o amor para com o próximo. 
Quero muito cuidar das Alices que se cruzem no meu caminho, das Alices da minha vida, com o mesmo amor e com a mesma dedicação que elas me têm dado ao longo da minha vida. Elas sabem quem são. Todos nós, em certas alturas da vida, somos Alices de alguém. 
A todas as Alices deste mundo, que tenham sempre alguém que se disponibilize a cuidar de vocês e, sobretudo, a amar-vos integralmente, não esquecendo a vossa essência. 


Fonte: Pinterest





sábado, 19 de dezembro de 2015

1 mês de Mi Cucca!

"E, tantas vezes, aquilo que te parece o fim é, afinal, o princípio."

In Às nove no meu blog


Fotografia: Rodrigo Franco Neves


1 mês de Mi Cucca! O 1.º mês de um projeto que há muito queria pôr de pé, mas que sempre me faltou coragem, meios e, talvez, ousadia. 
Que seja o primeiro de muitos meses juntos!

Qual é o vosso feedback?

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Vinícius de Moraes

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos -
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será a nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos -
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez, de amor
Uma prece por quem se vai -
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte -
De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.
Vinícius de Moraes



quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Como surgiram as Canções de Natal?


Foram vários os compositores que nos ofereceram canções que ainda hoje perduram e que são conhecidas no mundo inteiro. É o caso de Holly Night (clicar no nome para a ouvir), Silent Night (clicar no nome para a ouvir), Jingle Bells (clicar no nome para a ouvir), The Twelve Days of Christmas (clicar no nome para a ouvir), We Wish You a Merry Chrismas (clicar no nome para a ouvir), entre outras.
Os cânticos de Natal tiveram a sua origem em França. A música religiosa, nesta época, era exclusivamente tocada e cantada nos mosteiros. Nas outras igrejas não havia música sacra durante os ofícios religiosos, uma vez que o povo era ignorante, não sabendo ler música.
Desta forma, os cânticos de Natal davam a possibilidade ao povo de manifestar a sua alegria. Contudo, essas manifestações tomaram uma proporção que desagradou ao Clero, pois os cânticos eram acompanhados de representações teatrais e de danças alegres dentro das igrejas.
Com este panorama, os cantores tiveram de abandonar as igrejas e passaram a percorrer aldeias e cidades, levando com eles os cânticos que contribuíam para a alegria do povo.
Esta alegria tem-se mantido e, em alguns sítios, grupos de cantores continuam a levar, de porta em porta, cânticos de Natal.
Hoje em dia, as igrejas já permitem a introdução destas canções durante as celebrações religiosas, na medida em que os mesmos deixaram de ser acompanhados de danças e de cenas degradantes e, são agora, cantados com o maior respeito.



Referências bibliográficas: Ribeiro e Costa, M. (1996). Livro do Natal. Mem Martins: Lyon Multimédia Edições


Fonte: Pinterest